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Blog by Feh
segunda-feira, 25 de julho de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Giraffe Manor
Este pequeno e exclusive hotel – rodeado por mais de 500m² de florestas nativas logo depois de Nairobi – é famoso pelas várias girafas que residem no local. Esse é o único lugar do mundo onde você pode aproveitar a experiência de alimentar e fotografar uma girafa na mesa do café da manhã, na porta da frente ou enquanto você janta, e as girafas ainda enfiam suas cabeças pela janela. O lugar ainda é o lar de várias espécies de pássaros, famílias de javalis africanos e antílopes.
domingo, 20 de março de 2011
Armani
O estilista italiano Giorgio Armani abriu seu primeiro hotel na terça-feira na torre mais alta do mundo, em Dubai, reforçando o esforço do emirado do Golfo Arábico para recuperar-se da crise da dívida.
O estilista levou o estilo minimalista que é sua marca registrada a uma cidade famosa pelos excessos. O Armani Hotel Dubai foi projetado com uma paleta discreta de cores creme e terra.
Armani --cujos negócios valem cerca de 2,4 bilhões de dólares anuais em vendas-- criou em 2005 uma parceria com a Emaar Properties, a maior construtora do mundo árabe com ações nas bolsas, para desenvolver uma série de hotéis, resorts turísticos e residências em cidades-chave pelo mundo afora.
Desde ilhas criadas pelo homem no formato de palmeiras até uma encosta de esqui em área coberta no meio do deserto, Dubai vem se promovendo com a cidade da ostentação, colocando-se no mapa com a política de que "quanto maior, melhor".
Armani disse que o presidente da Emaar, Mohamed Alabbar, descreveu a cidade como "uma Las Vegas no deserto".
"Eu sou minimalista. Para mim, menos é mais. E quando olhei para o que estava acontecendo aqui, era o contrário", disse Armani na inauguração do hotel. "Mas ele me queria e eu o queria."
A Emaar e Armani pretendem abrir o próximo hotel, Armani Hotel Milano, em Milão em 2011.
Outros projetos da parceria incluem o primeiro resort criado por Armani, a ser localizado em Marrakech, e mansões-residências Armani em Marassi, no Egito.
Um apartamento padrão no hotel, que não tem um único quadro nas paredes, custará 4.000 dirhams (1.089 dólares) por noite, e a diária da melhor suíte é de 40 mil dirhams.
Uma mesa no salão Privê, que possui a maior tela de LCD do mundo, custará pelo menos 3.000 dirhams por visita, durante a qual os convidados poderão assistir a desfiles e vídeos de Armani.
Com 160 apartamentos, o hotel Armani ocupa seis andares da torre Burj Khalifa, inaugurada em 4 de janeiro, além de oito andares dedicados a 144 residências de luxo Armani.
As duas partes se negaram a revelar o custo do hotel.
Um dos sete membros que compõem os Emirados Árabes Unidos, Dubai, que é o centro comercial e turístico do mundo árabe, foi atingido pela crise financeira global em 2009, sofrendo a queda mais aguda de receita hoteleira em todo o Oriente Médio nesse ano.
Fortemente endividado, o emirado gera 19 por cento de seu PIB com o turismo, e sua economia foi prejudicada quando as pessoas reduziram seus orçamentos, devido à crise.
Seu boom de construção começou quando Dubai começou a autorizar estrangeiros a comprar imóveis, em 2002. Os resorts e hotéis de luxo, apartamentos com serviços e mansões de férias aumentaram muito, atraindo quase 7 milhões de turistas em 2007.
Apesar de ter sido atingido pela recessão global, o Oriente Médio vem mostrando alguma recuperação nos últimos 12 meses, com sua receita caindo menos que a de outras regiões, indicam cifras industriais.
















O estilista levou o estilo minimalista que é sua marca registrada a uma cidade famosa pelos excessos. O Armani Hotel Dubai foi projetado com uma paleta discreta de cores creme e terra.
Armani --cujos negócios valem cerca de 2,4 bilhões de dólares anuais em vendas-- criou em 2005 uma parceria com a Emaar Properties, a maior construtora do mundo árabe com ações nas bolsas, para desenvolver uma série de hotéis, resorts turísticos e residências em cidades-chave pelo mundo afora.
Desde ilhas criadas pelo homem no formato de palmeiras até uma encosta de esqui em área coberta no meio do deserto, Dubai vem se promovendo com a cidade da ostentação, colocando-se no mapa com a política de que "quanto maior, melhor".
Armani disse que o presidente da Emaar, Mohamed Alabbar, descreveu a cidade como "uma Las Vegas no deserto".
| Ali Hader/Efe | ||
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| Entrada do hotel Armani, localizado na torre mais alta do mundo, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos |
"Eu sou minimalista. Para mim, menos é mais. E quando olhei para o que estava acontecendo aqui, era o contrário", disse Armani na inauguração do hotel. "Mas ele me queria e eu o queria."
A Emaar e Armani pretendem abrir o próximo hotel, Armani Hotel Milano, em Milão em 2011.
Outros projetos da parceria incluem o primeiro resort criado por Armani, a ser localizado em Marrakech, e mansões-residências Armani em Marassi, no Egito.
Um apartamento padrão no hotel, que não tem um único quadro nas paredes, custará 4.000 dirhams (1.089 dólares) por noite, e a diária da melhor suíte é de 40 mil dirhams.
Uma mesa no salão Privê, que possui a maior tela de LCD do mundo, custará pelo menos 3.000 dirhams por visita, durante a qual os convidados poderão assistir a desfiles e vídeos de Armani.
Com 160 apartamentos, o hotel Armani ocupa seis andares da torre Burj Khalifa, inaugurada em 4 de janeiro, além de oito andares dedicados a 144 residências de luxo Armani.
As duas partes se negaram a revelar o custo do hotel.
Um dos sete membros que compõem os Emirados Árabes Unidos, Dubai, que é o centro comercial e turístico do mundo árabe, foi atingido pela crise financeira global em 2009, sofrendo a queda mais aguda de receita hoteleira em todo o Oriente Médio nesse ano.
Fortemente endividado, o emirado gera 19 por cento de seu PIB com o turismo, e sua economia foi prejudicada quando as pessoas reduziram seus orçamentos, devido à crise.
Seu boom de construção começou quando Dubai começou a autorizar estrangeiros a comprar imóveis, em 2002. Os resorts e hotéis de luxo, apartamentos com serviços e mansões de férias aumentaram muito, atraindo quase 7 milhões de turistas em 2007.
Apesar de ter sido atingido pela recessão global, o Oriente Médio vem mostrando alguma recuperação nos últimos 12 meses, com sua receita caindo menos que a de outras regiões, indicam cifras industriais.
sábado, 19 de março de 2011
Hotel Moschino
Uma das coisas que mais me encanta na arquitetura é a concepção de lojas e hotéis. Desde o início da faculdade sempre fui fã e considero a parte mais lúdica, onde você pode se entregar ao desejo de estar lá. Nas minhas horas vagas adoro “conhecer virtualmente” hotéis worldwide e me apaixonei perdidamente pelo Hotel Moschino em Milão.

O hotel foi inaugurado esse ano e sua concepção foi feita pela equipe criativa da marca. Se sua fachada remete ao estilo Neoclássico italiano, seu interior é pura arte surrealista! Lembra um pouco uma Alice no país das maravailhas fashionistas. Há uma releitura na escala dos objetos e você se sente dentro de um conto de fadas extravagante!
sexta-feira, 18 de março de 2011
Hotel isolado e diferente
Desde a sua construção em 1967 que o guindaste metálico do porto de Harlingen, em Amsterdão, servia essencialmente para descarregar madeira dos navios que chegavam da Rússia e dos países escandinavos. Após ter sido desactivado, em 1996, foi comprado por um particular que lhe destinava um fim inesperado: transformá-lo num hotel. A ideia parecia absurda, uma vez que o espaço total habitável não ultrapassava os 60 m2 mas foi sendo a pouco e pouco concretizada, ao longo de dois anos de cuidadosos restauros, transformações e adaptações. Finalmente concluído, o guindaste do porto de Harlingen, um hotel de um só quarto, aguarda a sua reserva.






Hotel Louis Vutton in Brasil
O grupo LVHM, controlador de marcas de luxo como Louis Vuitton, tem planos de abrir um hotel de luxo no Brasil, além de outras sete cidades do mundo. O anúncio foi feito por Céline Kay, diretora do Le Cheval Blanc, o primeiro (e até agora único) hotel do grupo no mundo, situado na estação de esqui de Courchevel, na França.
Sem mencionar em qual cidade deverá ser construído, Céline diz que o Brasil está na mira do grupo, levando em consideração a relevância econômica do país e a representatividade da classe alta brasileira. "Temos certeza de que replicar nosso formato de hotel de luxo no país terá uma boa aceitação. Mas num formato tropical, é claro", diz.
O formato em questão consiste em fazer de um hotel uma espécie de porta-bandeiras para as marcas da LVMH e ser uma referência entre os lugares de hospedagem de luxo. Situado a 1850 metros de altura e ao lado de grandes estações de esqui, os quartos são frequentados não por quem quer, mas por quem pode pagar. A média de preços do hotel é de 2500 euros - por dia. Mas ele também tem a façanha de abrigar um dos quartos mais caros do mundo, cuja diária custa 33 mil euros (cerca de R$ 70 mil).
Entre as extravagâncias do Le Cheval Blanc, imerso entre as montanhas de neve dos alpes, está um colar gigante colocado na frente da fachada. Todo feito em cristais, ele é uma escolha do próprio Bernard Arnault, o sócio majoritário do grupo LVMH.
Arnault entrou no ramo da hotelaria por acaso. Ele comprou um velho hotel na cidade de Courchevel para passar algumas semanas durante o inverno para esquiar. Como a lei local não permite que os prédios ocupados por hotel sejam de propriedade privada, ele decidiu fazer do edifício um hotel de luxo aberto ao público. A suíte principal é frequentada por ele durante uma semana da temporada de inverno. O restante do tempo, o quarto fica alugado.
São 650 metros quadrados, entre os quais se encontram luxos de toda a sorte. O hóspede conta com uma pessoa para desfazer as malas e arrumar tudo de novo na hora de ir embora. Também conta com elevador privado, máquina de café espresso, um mordomo exclusivo, uma sala de esqui e uma sala especial para crianças.
Muito luxo e conforto! Quando divulgarem mais nóticias eu aviso,
Bye,
Feh!
Sem mencionar em qual cidade deverá ser construído, Céline diz que o Brasil está na mira do grupo, levando em consideração a relevância econômica do país e a representatividade da classe alta brasileira. "Temos certeza de que replicar nosso formato de hotel de luxo no país terá uma boa aceitação. Mas num formato tropical, é claro", diz.
O formato em questão consiste em fazer de um hotel uma espécie de porta-bandeiras para as marcas da LVMH e ser uma referência entre os lugares de hospedagem de luxo. Situado a 1850 metros de altura e ao lado de grandes estações de esqui, os quartos são frequentados não por quem quer, mas por quem pode pagar. A média de preços do hotel é de 2500 euros - por dia. Mas ele também tem a façanha de abrigar um dos quartos mais caros do mundo, cuja diária custa 33 mil euros (cerca de R$ 70 mil).
Entre as extravagâncias do Le Cheval Blanc, imerso entre as montanhas de neve dos alpes, está um colar gigante colocado na frente da fachada. Todo feito em cristais, ele é uma escolha do próprio Bernard Arnault, o sócio majoritário do grupo LVMH.
Arnault entrou no ramo da hotelaria por acaso. Ele comprou um velho hotel na cidade de Courchevel para passar algumas semanas durante o inverno para esquiar. Como a lei local não permite que os prédios ocupados por hotel sejam de propriedade privada, ele decidiu fazer do edifício um hotel de luxo aberto ao público. A suíte principal é frequentada por ele durante uma semana da temporada de inverno. O restante do tempo, o quarto fica alugado.
São 650 metros quadrados, entre os quais se encontram luxos de toda a sorte. O hóspede conta com uma pessoa para desfazer as malas e arrumar tudo de novo na hora de ir embora. Também conta com elevador privado, máquina de café espresso, um mordomo exclusivo, uma sala de esqui e uma sala especial para crianças.
Bye,
Feh!
Voltei
DESCULPEM MINHA FALTA NESSES MÊSES O QUE ACONTECEU FOI QUE TINHA PERDIDO A SENHA MAS FINALMENTE RECUPEREI ESTOU DE VOLTA
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